Laminadora Boway BW-650D

Mais novo lançamento em acabamento da Boway / Milsul, a laminadora BW-650D atende a necessidade de laminação de grandes formatos.

Possui Operação Digital fácil de manipular; estado manual ou automático; pressão e velocidade da laminação ajustáveis; botão de reverse; lamina 1 ou 2 lados, simultaneamente.

Segurança e qualidade fazem parte desse equipamento. Visite nosso Show Room e conheça de perto esse equipamento.

KS800 – Ensinando a ensinar

Já falamos aqui sobre as tintas RISO a base de óleo de soja, da matriz feita da casca do arroz e fibra de bananeira e da preocupação da RISO em fabricar equipamentos 100% recicláveis, vivas na KS800 e em toda linha RISO.

Já falamos também do baixo custo de seus consumíveis e da economia que esses equipamentos proporcionam.

Como um exemplo aos seus clientes, aos seus funcionários, aos seus alunos e uma economia ao seu bolso, … ligue 51 3230-7200 e agende uma demonstração!

Promoção com Transparência

Desenvolvida pela agência McCann Erickson Prague, esse promocional interativo é composto de duas peças – a 1ª uma transparência e a segunda, uma impressão normal. Com uma cena familiar demonstrada através do pictograma, ao virar a transparência o cenário muda e se forma a frase “Sua vida pode se transformar em um segundo”.

A transparência oferece inúmeras possibilidades de uso, como esta. Como no título deste post, a Milsul está com novas promoções e você precisa conferir. Entre os equipamentos em promoção estão a C451 que aceita impressão P&B em Acetato para Laser, e C252 que aceita impressão Color em Acetato para Laser.

Ligue e solicite mais informações sobre estas promoções ->
RS: 51 3230-7200
SC: 48 3348-6656
PR: 41 3077-1008
MS: 67 3341-7200

Refiladora Automática Boway MSD-II

Mais uma novidade para agilizar a produção de cartões de visita: MSD-II.

A Refiladora Automática MSD II faz parte de uma linha completa para acabamentos Boway que a Milsul disponibiliza em seu Show Room, equipamento indicado para cartões de visita, convites, fotos, … Com 5 tipos de corte e 33 folhas por minuto, essa máquina deixará seus cartões de visita do mesmo tamanho, sem a necessidade de aparas. Alimentação automática, seu corte é feito Longitudinal e Lateralmente.

Entre em contato e saiba mais sobre a linha Boway Milsul: 51 3230-7200.

Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira

Estudo elaborado por Sérgio Margulis, economista sênior especializado em ambiente do Banco Mundial.

Resumo

A preocupação mundial com os desmatamentos da Amazônia brasileira é em parte motivada pela imagem de um processo destrutivo no qual os benefícios econômicos e sociais são menores que as perdas ambientais. Essa percepção é também subjacente aos diagnósticos, formulação e avaliação das políticas públicas propostas pelas organizações governamentais e não-governamentais que atuam na região, incluindo o Banco Mundial. Este trabalho sugere, contudo, que esta percepção é em parte equivocada, principalmente no tocante ao diagnóstico das motivações e aos agentes responsáveis pelos desmatamentos, na avaliação dos benefícios econômicos e sociais do processo e, por conseguinte, nas implicações de políticas públicas para a região.

O objetivo desse relatório é mostrar que, diferentemente das décadas de setenta e oitenta, quando a ocupação econômica foi induzida por incentivos e políticas governamentais, os desmatamentos recentes em várias regiões da Amazônia são impulsionados pela pecuária de média e grande escalas. Obedecendo à lógica privada, a dinâmica do processo de ocupação tornou-se autônoma, como demonstra o crescimento significativo dos desmatamentos na década de noventa, apesar da redução substancial dos estímulos e incentivos das políticas governamentais. Dentre as causas dessa transformação destacam-se as mudanças e adaptações tecnológicas e gerenciais das atividades pecuárias às condições geo-ecológicas da Amazônia Oriental que permitiram o aumento da produtividade e a redução dos custos. A viabilidade privada da pecuária não significa que ela seja desejável do ponto vista social ou sustentável do ponto de vista ambiental. Os benefícios privados devem ser comparados com os custos ambientais e sociais decorrentes da expansão das atividades pecuárias e dos desmatamentos.

Do ponto de vista social, é legítimo argumentar que os benefícios privados da pecuária de larga escala são distribuídos de forma excludente, pouco contribuindo para reduzir a desigualdade econômica e social. Aponta-se, contudo, que a diminuição do preço da carne no mercado nacional e o aumento de exportações propiciados pela expansão da pecuária na Amazônia Oriental poderão significar benefícios sociais que ultrapassam as fronteiras setoriais e regionais.

Do ponto de vista ambiental, não obstante as incertezas de mensuração, as parcas evidências disponíveis indicam que os custos dos desmatamentos podem ser significativos, superando inclusive os benefícios privados da pecuária, sobretudo quando se consideram as incertezas associadas às perdas irreversíveis de um patrimônio genético e ambiental pouco conhecido. Nesse sentido, atividades como o manejo florestal sustentável seriam consideradas superiores do ponto de vista social e ambiental. Contudo, seja para viabilizar o manejo florestal como alternativa de exploração privada, seja para internalizar os custos ambientais da pecuária, serão necessários instrumentos de políticas, mecanismos de financiamento e estruturas de fiscalização de difícil implementação.

As recomendações de políticas do estudo são: i) a necessidade de reconhecer a lógica privada do processo atual de ocupação da Amazônia brasileira; ii) reorientar o foco das políticas para os pecuaristas como agentes motores do processo dos desmatamentos, reconhecendo seus interesses e os benefícios econômicos privados; iii) tendo em conta o desconhecimento dos custos ambientais e as incertezas associadas à irreversibilidade dos efeitos de decisões presentes, formular políticas que contenham os desmatamentos nas áreas de fronteira ainda intocadas e que estimulem a intensificação da agropecuária nas áreas consolidadas. Este trabalho pretende suscitar e subsidiar o debate sobre esses temas, principalmente entre o governo e os grandes e médios pecuaristas, aqui identificados como os principais agentes dos desmatamentos.

Fonte: www.amazonia.org.br

Tinta RISO para Duplicador

Principal meio de comunicação dos últimos tempos, a internet facilita também a venda de Tinta RISO para duplicadores com preços menores. Vale a pena analisar as dicas abaixo, e aplicá-las para não ter problemas mais tarde.

– Verifique o histórico da empresa: uma boa opção é ver a lista de clientes e entrar em contato com alguns para sondar a credibilidade da mesma;

– Procure saber a procedência dos insumos;

– Jamais confie numa diferença exorbitante de valores: comprar “tinta compatível” e “master alternativo”, ao invés dos originais, é a mesma coisa que comprar remédio falsificado. No começo pode ser ótimo por ser econômico, mais tenha certeza que o tempo de vida do seu equipamento e a qualidade dos seus impressos irão despencar. Insumos Pirata contém solventes, não permitem uma boa secagem do impresso, desbotam e a conta na assitência técnica ficará mais alta. Pense bem!

Indústrica Gráfica – “Da Uva à Tipografia”

Os tipos de Gutenberg eram feitos de chumbo e antimônio, reutilizáveis devido a sua resistência. Para fazer a prensa, ele adaptou as usadas para espremer uva, além disso, também pesquisou sobre as tintas, produzindo-as com fuligem, resina e óleo de linhaça.

Com o tempo surgiu a necessidade de aumentar a velocidade com que os impressos eram feitos, assim, em 1814, no dia 18 de novembro, o jornal “The Times”, em Londres, começa a utilizar a primeira impressora movida a vapor, imprimindo 1.100 folhas por hora.

Em 1850 surge a melhor Minerva automática já fabricada, de Andreas Hamm, imprimindo 4.000 folhas por hora.